30out2010
Há muito tempo atrás, tanto tempo que não tenho certeza examente, acho que no começo de abril de 2010, submeti uma dica para o Ruby Quicktips, um blog dedicado a apresentar dicas pequenas, interessantes e práticas de Ruby e Ruby on Rails.
Aguardei alguns dias para a publicação da dica, já prevendo submeter outras na sequência. Como minha dica não foi publicada, desencanei e esqueci disso.
Para minha surpresa, essa semana recebi um e-mail do Ruby Quicktips informando que minha submissão foi publicada. Só levou mais de 6 meses, mas tudo bem.
A minha dica foi como visualizar um modelo em formato YAML no console, algo MUITO SIMPLES, mas para alguns iniciantes em Rails não é tão óbvio.
Viewing a model in YAML
http://rubyquicktips.tumblr.com/post/1405061475/viewing-a-model-in-yaml
Agora pretendo submeter outras dicas para o Ruby Quicktips, principalmente essas que a gente vai descobrindo no dia-a-dia. Mesmo que demorem para serem publicadas, o que vale é contribuir.


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30out2010
Mês passado aproveite as férias para fazer mais duas tatuagens nos braços. A do braço esquerdo foi a silhueta de “alguém” dando uma enterrada de mão direita com as pernas abertas. Veja a foto:

A maioria das pessoas que vêem minha nova tatuagem estão dizendo:
Legal, uma tatuagem do Michael Jordan.

Então para esclarecer, minha nova tatuagem não é o logo Jumpman, que representa a marca Air Jordan, criada pela Nike para promover os tênis e outros artigos esportivos usados por Michael Jordan, o maior jogador de basquete de todos os tempos. Veja a diferença abaixo:

A silhueta foi extraída de uma foto minha tirada no ano de 2005, na quadra da “Escola Municipal Deputado Flores da Cunha”, na Zona Leste de São Paulo, onde rolava um basquetebol de primeira e que eu joguei por bastante tempo.

O que eu posso afirmar é que essa enterrada foi inspirada no Michael Jordan.


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29out2010
That was a simple but nice one… i did see a huge write performance on one of our storages. Take a look at this slog device (SSD): r/s w/s kr/s kw/s wait actv wsvc_t asvc_t %w %b device 0.0 10494.5 0.0 55834.4 0.1 2.5 0.0 0.2 8 90 c7t1d0 At first look was “Wow“, that’s [...]


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28out2010
Se você fizer uma busca no Google Trends e comparar a evolução do Orkut com a do Facebook no mundo, obterá o seguinte gráfico:

O gráfico mostra que, apesar de o Orkut estar na frente por um pequeno período (entre abr/2006 e mai/2007), o Facebook disparou, tendo hoje um ranking quase 50 vezes maior que o Orkut.
Essa realidade é quase unânime em quase todos os países do mundo, exceto em três países: Paraguay, Brasil e Índia:

Nesses três países, a procura por Orkut ainda é maior do que pelo Facebook. Mas vejamos o que aconteceu com Portugal, o quarto colocado em matéria de Orkut:

Enquanto em quase todo o mundo o Facebook começou a dominar no meio de 2007, em Portugal essa egemonia começou a se manifestar a partir do segundo trimestre de 2009.
Veja o caso da Índia:

No caso da Índia, a virada ocorreu no final de 2009, onde hoje o Facebook é 4 vezes maior do que o Orkut.
Bom, se na Índia (que é o 3o. colocado para o Orkut) a coisa já virou, como será para os 2 primeiros colocados? Vejamos o Paraguai:

Nesse país, a virada está para acontecer! Pela tendência, até o final de 2010 o Facebook vai ultrapassar o Orkut no Paraguai. Como será que está essa situação nas terras tupiniquins? Veja:

Eita! Aqui, o Facebook começou aparecer no gráfico no fim de 2008 e, a partir de 2010, começo a crescer. Podemos ver uma tendência “exponencial” no gráfico do Facebook e uma tendência de “queda” no gráfico do Orkut. Ainda assim, se meu olho tiver bom, o Orkut hoje ainda é 4 vezes maior que o Facebook. Vale lembrar: só aqui no Brasil. Vou dar um chute para a virada acontecer:
setembro de 2011. E você? Acha que o Facebook vai passar o Orkut no Brasil? Quando?
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28out2010
tendo participado do rubyconfbr eu tenho que admitir: só tenho a aprender com essa geração nova tão inspirada e colaborativa e fera. mas… talvez eu possa contribuir modestamente contando algumas historinhas que hão de facilitar a vida da galera.
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28out2010
foi muito, mas muito legal mesmo estrear na Locaweb participando do rubyconf 2010. tremendo evento: altíssimo nível, altíssimo engajamento, altíssima troca de experiências e muitas, mas muitas pessoas bacanas do brasil e da argentina e do chile e…
algumas dessas pessoas toparam fazer uma homenagem ao curador master do evento, Mr. Akita-san, e emprestaram seus rostos pra fazer esse mosaico aí. espero que vocês curtam. se quiserem colocar nos seus blogs, é só pedir 
(criado com AndreaMosaic e Deep Zoom Composer)
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28out2010
Recentemente li um material escrito por Ben Horowitz, atualmente venture capitalist no Valley do Silicio (Foursquare, entre outros investimentos). Em 1996, ele era Diretor de Gestão de Produtos na Netscape, e mandou o texto abaixo para sua equipe de Gerentes de Produto. Embora ele ache que talvez o documento não seja relevante para os Gerentes de Produto de hoje em dia, quinze anos depois, não tenho certeza de que todos os Gerentes de Produto do mercado tenham ‘ultrapassado esta fase’.
A tradução é do @henriquemacedo, que é responsável por levar os produtos da Locaweb para o mercado internacional. Obrigado, Macedo!
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Bons gerentes de produtos conhecem o mercado, o produto, a linha de produtos, e a concorrência extremamente bem e operam a partir de uma sólida base de conhecimento e confiança. Um bom gerente de produto é o CEO do produto. Bons gerentes de produtos aceitam total responsabilidade e medem-se em termos do êxito do produto. Eles são responsáveis pelo produto certo/hora certa e tudo que advém disto. Um bom gerente de produtos conhece o contexto desde o início (a empresa, o financiamento da receita, a concorrência, etc.) e assume a responsabilidade por criar e executar um plano vencedor (sem desculpas).
Gerentes de produtos ruins têm muitas desculpas. Falta financiamento, o gerente de engenharia é um idiota, a Microsoft tem 10 vezes mais engenheiros trabalhando na sua versão do produto, eu estou sobrecarregado, eu não tenho direção suficiente. [O CEO da Netscape] Barksdale não usa este tipo de desculpa e nenhum CEO de determinado produto deveria fazê-lo.
Bons gerentes de produtos não deixam todo o seu tempo ser absorvido pelas diversas organizações que têm que trabalhar juntas para entregar o produto certo na hora certa. Eles não usam todo o tempo da equipe de produtos e não atuam como gerentes de projetos das diversas funções; eles não são o “gopher”* da engenharia. Eles não são parte da equipe de produtos; eles gerenciam a equipe de produtos. Equipes de engenharia não consideram Bons Gerentes de Produtos como “recursos de marketing”. Bons gerentes de produtos são a contrapartida de marketing do gerente de engenharia. Bons gerentes de produtos definem claramente o “que” (ao contrário de definir o “como”) e gerenciam a entrega do “que”. Gerentes de produtos ruins se sentem melhor se descobrirem “como”. Bons gerentes de produtos se comunicam claramente com a engenharia, tanto por escrito quanto verbalmente. Bons gerentes de produtos não dirigem informalmente. Bons gerentes de produtos coletam informações informalmente.
Bons gerentes de produtos criam materiais de apoio, FAQs, apresentações e “white papers” que podem ser alavancados. Gerentes de produtos ruins reclamam de passar o tempo todo respondendo a perguntas da força de vendas e de estarem atolados. Bons gerentes de produtos antecipam as falhas graves do produto e constroem soluções reais. Gerentes de produtos ruins apagam incêndios o tempo todo. Bons gerentes de produtos tomam posições por escrito em questões importantes (balas de prata competitivas, escolhas difíceis de arquitetura, decisões duras de produtos, mercados a atacar ou a deixar). Gerentes de produtos ruins vociferam suas opiniões e lamentam que as “forças superiores” não deixam as coisas acontecerem. Quando falham, os gerentes de produtos ruins apontam que já haviam previsto que falhariam.
Bons gerentes de produtos focam equipe em receita e clientes. Gerentes de produtos ruins focam a equipe em quantos “features” a Microsoft está criando. Bons gerentes de produtos definem bons produtos que podem ser executados com um bom esforço. Gerentes de produtos ruins definem bons produtos que não podem ser executados ou deixam a engenharia criar o que quiser (ou seja, resolver o problema mais difícil).
Bons gerentes de produtos pensam em termos de entregar valor superior ao mercado durante o planejamento “para dentro”, e em termos de adquirir participação de mercado e de metas de receita durante o planejamento “para fora”. Gerentes de produtos ruins ficam muito confusos com as diferenças entre entregar valor, equiparar “features” competitivas, precificação e alcance. Bons gerentes de produtos decompõem problemas. Gerentes de produtos ruins juntam todos os problemas em um só.
Bons gerentes de produtos pensam na história que querem que a imprensa escreva. Gerentes de produtos ruins pensam em cobrir todas as “features” e em serem tecnicamente precisos com a imprensa. Bons gerentes de produtos fazem perguntas à imprensa. Gerentes de produtos ruins respondem a todas as perguntas da imprensa. Bons gerentes de produtos assumem que gente da imprensa e analistas são inteligentes. Gerentes de produtos ruins acham que a imprensa e os analistas são burros porque não entendem a diferença entre “push” e “simulated push”.
Bons gerentes de produtos pecam do lado da clareza ou invés de ficar explicando o óbvio. Gerentes de produtos ruins nunca explicam o óbvio. Bons gerentes de produtos definem seu trabalho e seu êxito. Gerentes de produtos ruins querem que alguém lhes diga o que fazer.
Bons gerentes de produtos enviam seus relatórios de andamento dentro do prazo toda semana, porque têm disciplina. Gerentes de produtos ruins esquecem de mandar seus relatórios de andamento no prazo, porque não dão valor à disciplina.
Ben Horowitz
Diretor da Gestão de Produtos
Verão de 1996
N. do T.: Gopher é um protocolo de redes de computadores que foi desenhado para distribuir, procurar e acessar documentos na Internet de forma hierárquica, semelhante a uma estrutura de pastas, criado na Universidade de Minesota.
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Material original em inglês: Good Product Manager, Bad Product Manager
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